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This study aims to discuss the occurrence of pathological changes found in a skeleton from the Center for Studies in Forensic Anthropology (CEAF) Identified Skeletal Collection, Faculty of Odontology, University of Pernambuco (FOP/UPE), Brazil. The skeleton of a 47-year-old male that died in 2014 was macroscopically examined, and the differential diagnosis was performed based on clinical and paleopathological criteria. Lesions that were predominantly osteoclastic were observed in a multifocal pattern, mainly on the skull (29.6% of the total of lesions observed), pelvic bones (22.2%), and vertebrae (25.9%). The lesions morphology consists of elliptical osteolytic foci and areas of coalescent porosity, with lesional diameters ranging from 2.9 mm to 40.1 mm. Considering the individual's biological profile, the distribution pattern, the shape, size, margin, and appearance of the lesions, we consider that metastatic bone disease is the most likely etiology. Furthermore, an epithelial origin of this neoplasm seems more plausible than a hematological malignancy. However, this case study illustrates the difficulty of distinguishing between bone lesions resulting from a plasma cell myeloma or a carcinoma in the presence of predominantly osteolytic lesions. Since the distinction of these entities has the potential to be relevant for identification in Forensic Anthropology, we suggest that further research on the skeletal manifestation of these entities is needed.


Este estudo visa a discutir a ocorrência de alterações patológicas encontradas num esqueleto da Coleção de Esqueletos Identificados do Centro de Estudos em Antropologia Forense (CEAF), Faculdade de Odontologia, Universidade de Pernambuco (FOP/UPE), Brasil. O esqueleto de um homem de 47 anos de idade que morreu em 2014 foi examinado macroscopicamente e o diagnóstico diferencial foi realizado com base em critérios clínicos e paleopatológicos. Foram observadas lesões predominantemente osteoclásticas num padrão multifocal, principalmente no crânio (29,6% do total de lesões observadas), ossos pélvicos (22,2%), e vértebras (25,9%). A morfologia das lesões consiste em focos osteolíticos elípticos e áreas de porosidade coalescente, com diâmetros lesionais que variam entre 2,9 mm e 40,1 mm. Considerando o perfil biológico do indivíduo, o padrão de distribuição, a forma, tamanho, margem e aparência das lesões, admitiu-se que a doença óssea metastática é a etiologia mais provável. Além disso, uma origem epitelial desta neoplasia parece mais plausível do que uma malignidade hematológica. Contudo, este estudo de caso ilustra a dificuldade de distinguir entre lesões ósseas resultantes de um mieloma de células plasmáticas ou um carcinoma na presença de lesões predominantemente osteolíticas. Uma vez que a distinção destas entidades tem o potencial de ser relevante para a identificação em Antropologia Forense, sugerimos que são necessárias mais investigações sobre a manifestação esquelética dessas entidades.


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