Document Type

Article

Publication Date

11-17-2021

Abstract

Na Europa, as políticas relacionadas às antigas línguas minoritárias (línguas minoritárias “regionais”) e novas línguas minoritárias (línguas "imigrantes") são diferentes, fato este observado na política linguística de grande parte do continente. Contudo, a distinção entre falantes que pertencem às antigas minorias e aqueles que pertencem às novas minorias pode ser questionada ou, pelo menos, pode-se contestar a existência de abordagens políticas distintas para ambos os grupos no que tange às suas línguas. Este artigo discute se o principal objetivo das políticas sociais, como as políticas linguísticas e as políticas de tradução, é, de fato, a inclusão, pois se faz necessário pensar em falantes de antigas minorias e novas minorias não como sendo essencialmente diferentes em termos de inclusão, mas como sujeitos com necessidades específicas que podem ou não ser as mesmas. Para tanto, o artigo tem como contexto o Reino Unido, discute suas realidades e de que forma essas poderiam ser diferentes. Especificamente, o texto contempla as políticas concernentes à tradução, que necessariamente emergem sempre que o Estado faz escolhas sobre as línguas, as quais afetam uma população multilíngue.

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Publication Title

Belas Infiéis

DOI

10.26512/belasinfieis.v10.n4.2021.36267

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COinS
 
 

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